quarta-feira, 4 de maio de 2016

Condutas Virais: Viver mediante conceitos sócio-culturais.


Por: Verônica Novaes

Somos seres de suprema consciência, desde novos aprendemos o que é certo e o que é errado perante o sistema da sociedade em que vivemos, mas será que vale a pena indagar se o que é certo é realmente correto? E o que é errado realmente é falho? Bem, nossos conceitos determinam isto por questões de ética, ou seja, sabemos que esbravejar, bater e xingar é errôneo, mas só sabemos isso devido a ética e moral que nós aprendemos desde muito cedo.

A partir do momento em que desenvolvemos uma cadeia de pensamentos o que move nossas atitudes são os conceitos básicos étnicos que nos foram passados. Dito isto, a nossa conduta serve para aceitarmos o próximo com suas diferenças culturais, raciais, religiosas e ideológicas. Pois a moralidade possui um forte laço no meio sociável, por exemplo: se você respeitar conquistará seu espaço. É fundamental para o homem obter prestígio social, porque influência fortemente em sua estrutura psíquica.

No entanto, contemporaneamente, nos é transmitido também os “valores”. E acredito que estão escassos os valores adequados, pois ao analisarmos os fatos, o que vemos é uma geração de descrentes, uma geração de famintos ambiciosos. Aceitamos aquilo que nos é dado e não aquilo que conquistamos, aceitamos o fácil e corremos dos desafios. Somos monossilábicos, não sustentamos a arte da duvida e da crítica. Apegamos a materialidade, crescendo neste mundo cibernético em que a mídia faz de você quem você é, um mundo onde temos a total liberdade de expressar, mas não sabemos a maneira certa de como se fazer isto. 

Os valores são essenciais, mas se aplicados de forma harmônica. Não nos transformando em maquinas repetidoras de informações, mas seres humanos dotados de sentimentos. Exercendo o papel de individuo racional, que dá valor a si mesmo quanto ao próximo, que cuida daquilo que é seu por direito seja material ou existencial.

domingo, 1 de maio de 2016

Cidadania e Participação

Por: Prof. Walter Vieira Junior[1]


               Partindo da compreensão de Jürgen Habermas em sua teoria da Ação Comunicativa, o sujeito é parte de um processo que está além do seu “conhecimento fechado” mas se torna amplo no momento em que somos seres relacionais.
               A partir dessa máxima, à luz da compreensão da Teoria da Ação Comunicativa, desenvolveremos uma pequena analise reflexiva sobre a visão de cidadania e participação no âmbito escolar.
               Um problema bastante corrente está na maneira em que concebemos uma ideia, devido a nossa visão de mundo, devido a nossa capacidade de assimilação do diferente, devido até, e talvez, principalmente o nosso ouvir. Tamanha é a necessidade de se comunicar e de se fazer comunicar.
               Mediante a nossas experiências somos convidados a assumir certos papeis sociais que ao longo do processo civilizatório foram se transformando, afinal, somos seres em uma constante mudança. O mundo em nossa volta muda, as culturas e sociedades mudam, o nosso corpo muda. Mas o que isso tem a ver com o meu pensar sobre os outros? Tudo.
Em Habermas, o mundo da vida, conceito que ele usa para fundamentar sua Teoria Ação Comunicativa, se dá em três componentes estruturais: Cultura, sociedade e pessoa. A cultura aqui é entendida como o estoque de conhecimento do qual os atores suprem-se de interpretações quando buscam a compreensão sobre algo no mundo; já a sociedade, como as ordem legitimas, através das quais os participantes regulam suas relações no grupo social; Pessoa é entendida como as competências que tornam um sujeito capaz de falar e agir, ou seja, de compor sua própria personalidade (Habermas, 1987a).[2]
               Segundo o professor José Marcelino de Rezende Pinto “para Habermas, existe uma correlação direta entre ação comunicativa e mundo da vida, já que cabe à primeira a reprodução das estruturas simbólicas do segundo (cultura, sociedade, pessoa).” Logicamente essa proposta de uma razão pautada na comunicação intersubjetiva, é sem sombra de dúvida um desafio já que vivenciamos em nossas escolas uma razão instrumentalizada e fechada quase totalmente ao “novo”. Como nos apresenta Ruiz e Zancanaro: “O pragmatismo, muitas vezes, determina o pensar nesse lócus e os fins acabam por justificar os meios, valorizando-se mais os resultados estatísticos do que o processo em si mesmo.”[3]
               O texto Racionalidade comunicativa na filosofia de Jügen Habermas nos diz assim: “O projeto de emancipação humana via razão instrumental implicou numa manipulação dos recursos naturais e numa reificação do próprio ser humano. Sérias foram as consequências disso para a contemporaneidade, como por exemplo, a questão do aquecimento global e da clonagem humana.”[4] Precisamos a partir de uma ética de corresponsabilidade, repensar nossas falhas e enfrentar nossos desafios, não mais, como bonecos manipuláveis, mas sim, como protagonistas de nossa voz.
               Habermas com a teoria da ação comunicativa inaugura juntamente com o conceito de mundo da vida “uma ética fundamentada numa razão aberta ao diálogo, que se comunica de forma performativa e consensual.”[5]
               O que muito nos favorece na prática de uma educação pautada na relação do eu com o outro. Onde a autoridade não se dá no autoritarismos, mas numa legitimidade que se funda na busca em alcançar o entendimento. Como nos apresenta José Marcelino:
Em síntese, podemos dizer então que, para Habermas, a ação comunicativa surge como uma interação de, no mínimo dois sujeitos, capazes de falar e agir, que estabelecem relações interpessoais com o objetivo de alcançar uma compreensão sobre a situação em que ocorre a interação e sobre os respectivos planos de ação com vistas a coordenar suas ações pela via do entendimento.[6]

               Os conselhos escolares, como também, a participação das comunidades nesse processo, como parte da Educação e não apenas como grupos burocráticos regulamentadores e autoritários. Podem possibilitar, juntamente, com os próprios educadores a transformação que tanto desejamos. Por meio de uma participação mais viva, onde cada um traz consigo algo que acrescente no todo, uma humanização na relação e não teremos mas a frieza da “papelada e de decisões” meramente fora da vivência do todo.
“Uma ação pedagógica pautada na razão comunicativa pressupõe um espaço onde todos os atores possam aferir suas opiniões, possam realmente interagir com os seus pares, refletindo sobre as atitudes individuais e coletivas. Dessa forma, os agentes educacionais não seriam meros receptores de informações, mas sim sujeitos efetivos do processo educacional.”[7]            

               Essa participação resultará numa cidadania participativa, e atuante no seio da esfera social, Nossos conselhos escolares, assim como os gestores, por meio dessa proposta apresentada, de uma teoria da ação comunicativa que visa a quebra da formação bancária, da instrumentalização da razão, de uma centralidade autoritária outorgada pela falta de comprometimento ou até mesmo pelo medo da coletividade pensante, poderá criar base para a transformação da educação vigente. Um eclodir de uma nova visão de gerenciamento educacional por meio da ação não mais externa, mas interna.
               A educação precisa ser comunicativa, vibrante, viva e não engessada pela necessidade de um preenchimento de mão de obra para uma força de trabalho, não se pode educar como se fosse uma fábrica em série, uma linha de produção cuja o objetivo está na manutenção do status quo, pois se continuarmos na busca só do interesse individual, deixaremos nossa principal característica que é a de sermos seres de relação.




[1] Pós-graduando em Ciências da Religião pela FAVENI. Licenciado em Filosofia pelo Centro Universitário Claretianos e Bacharel em Filosofia pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana. Professor de Filosofia do Ensino Médio da Escola Estadual Regina Pacis e de Cyber Cultura e Comunicação da Educação Integral da Escola Estadual Omar Rezende Perez.
[2] PINTO, José Marcelino de Rezende. A teoria da ação comunicativa de Jügen Habermas: conceitos básicos e possibilidades de aplicação à administração escolar.
[3] RUIZ, Maria José F..ZANCANARO, Lourenço. Razão Comunicatica e Educação.
[4] FREITAS, Alex Martins de. Racionalidade comunicativa na filosofia de Jürgen Habermas. Pensamento Extemporâneo
[5] FREITAS, Alex Martins de. Racionalidade comunicativa na filosofia de Jürgen Habermas. Pensamento Extemporâneo
[6] PINTO, José Marcelino de Rezende. A teoria da ação comunicativa de Jügen Habermas: conceitos básicos e possibilidades de aplicação à administração escolar.
[7] RUIZ, Maria José F..ZANCANARO, Lourenço. Razão Comunicatica e Educação. p. 5.

Uma conversa com Foucault

Walter Vieira Junior[1]

No dia 25 de junho de 1984, morria, aos 57 anos, o professor francês Michel Foucault. Com essa frase iniciamos esta conversa, mas antes permitam-nos apresentar Foucault. Nasceu em Poitiers no dia 15 de outubro de 1926 e veio a falecer em Lyon. Foi filósofo, professor da cátedra de História dos Sistemas de Pensamento no Collège de France de 1970 a 1984. Personalidade forte, porém sem perder sua articularidade, foi e é sinal de reflexão. Dizia-se não ser estruturalista como nos apresenta Giovanni Reale. Suas idéias notáveis envolvem o biopoder e a sociedade disciplinar, sendo seu pensamento influenciado por Nietzsche, Heidegger, Althusser e Canguilhem.
Tenhamos em nossas mentes a imagem de uma atitude concreta desse pensador, ele primeiramente quis ser o que foi. Sem máscara ele foi voz e silêncio, paradoxo e simplicidade, uma mistura certa de explosão e mansidão.
Dessa forma, falar de Foucault é expressar através de um breve artigo alguns de seus verbetes reflexivos, suas aspirações e fazer lembrança de alguém que se vez voz no meio do barulho evolutivo da humanidade.
Foucault, o filósofo da loucura, tema esse apresentado na maioria de suas obras, deixa claro que tal loucura não é uma loucura desvairada, perturbadora no sentido alienante, de um hospício, mas sim uma loucura que gera exclusão, separação, medo do enfrentamento. Uma loucura baseada na apoderação desenfreada do próprio poder ser. No limiar de uma nova consciência, vemos que seu pensamento surge no contexto de uma revolução cultural e que se atribuiu valores que até então não se eram considerados atributos.
Mas o que diria Foucault se apresentássemos a ele a influência globalizante de uma economia que onde passa deixa um rastro de pobreza e exclusão, que faz a divisão social ser tão gritante ao ponto de uma classe “X” (entenda-se aqui país) se achar o meio termo de qualquer questão que até o tribunal de Aia tem que apoiar? Mas certo responderia que o discurso usado não é o mesmo que se pensa em fazer, ou seja, falamos o que é de nosso agrado e que se necessário, para manter tal discurso, fazemos regras próprias para que ninguém roube o que é nosso.
Discursamos sobre o que sabemos. Infelizmente, não sabemos muito, por isso somos vagos, limitados e na maioria das vezes somos apenas meros repetidores dos anseios e desejos de uma maioria calada. Na sua aula inaugural em 1970 no Collége de France, Foucault diz:
Em uma sociedade como a nossa, conhecemos, é certo, procedimentos de exclusão. O mais evidente, o mais familiar também, é a interdição. Sabe-se bem que não se tem o direito de dizer tudo, que não se pode falar de tudo em qualquer circunstância, que qualquer um, enfim, não pode falar de qualquer coisa. (A ordem do Discurso, p.9)
O que realmente impressiona nas colocações de Foucault é a sua maneira clara e direta de chegar a certas posições, ele ainda falaria de duas regiões a saber: a sexualidade e a política, duas regiões que ele vai relatar em suas obras, duas ações concretas e constantes e que naquele momento se via borbulhar como num caldeirão fervendo. Ambas vivem dentro do discurso que por sua vez será o gerador do poder.
O discurso agora não era o fim de um diálogo, mas sim um meio de chegar ao poder. “O discurso não é simplesmente aquilo que traduz as lutas ou os sistemas de dominação, mas aquilo por que, pelo que se luta, o poder do qual nós queremos apoderar” (ibidem, p.10). Depois desse pensamento, surge uma interrogação. Como o discurso é visto no campo relacional, já que é o ato de se comunicar que nos permite a sociabilização?
Não há outra saída para as crises mundiais se o discurso não for menos ditatorial, e mais participativo. Porém, não há como isso acontecer se o sujeito não se tornar o seu próprio objeto, ou seja, o sujeito ser objeto de si mesmo. Tal estudo Foucault empreendeu como forma de fundamentar aquilo que ele vai afirmar como sendo o jogo da verdade.
Na ação concreta do hoje que se descortina num emaranhado obscuro dos buracos negros do ser, Foucault foi sem dúvida um lançar-se no mais audaz da relação do eu com o em si, essa particularidade cercada de uma forte busca pela relação (como acima apresentado) do poder que faz querer apoderar-se de algo que se imagina verdade.
A idéia de exclusão social implica a idéia de reclusão. Estes termos se encontram e se movem sob o toque invisível do Poder, cujo fetiche e encanto estavam em saber se esconder e transmutar as existências, quando se manifestava na prática totalitária do espaço político.(PEREIRA, A analítica do poder em Michel Foucault, p.25)
Ora, isso nos remete a uma outra questão, a do “verdadeiro no discurso”, ou seja, a idéia que muitos têm de rotular uma coisa como verdadeira e que somente sendo participante dessa regulamentação imposta por alguns, que por sua vez se intitulam sabedores, e que para nós não passam de conceituadores que ditam formulações.
O fato é que como nos apresenta Foucault em A ordem do discurso (p.35), só nos encontraremos no “verdadeiro” se obedecermos “às regras de uma “polícia” discursiva”. Ele vai dizer que muitos só entram no “verdadeiro” depois que o “verdadeiro” (aqui entenda os que fazem o verdadeiro ser “verdadeiro” e não o conceito de verdade) tiverem uma mudança nas suas escalas ou uma transformação de suas mentalidades, para que assim se possa aceitar algo como “verdadeiro”.
O fato marcante desse aspecto é que muitos iriam chamar de “jogos de verdade”, isto é, não uma descoberta dos vários objetos que se dizem verdadeiros, mas sim as regras segundo as quais o que é verdadeiro realmente o é. Podemos compreender também como o fato de um sujeito poder dizer acerca de certas coisas que o prendem ao verdadeiro e ao falso.
O pensamento não corresponde a uma aquisição de verdades genuínas, mas sim um confronto de realidades que se misturam ao longo historiográfico relacional da humanidade. E que de certo ponto constituem a mola propulsora do lançar-se humano na descobertas de novos paradigmas.
A verdade como também a falsidade são pólos do que compreendemos ser a relação chave no que Foucault denomina arqueologia do saber.
Um outro aspecto na relação: discurso-poder-sociedade se dá na educação. A quem interessa a formação de um povo? O governo (elite) que manipula ou o povo simples? “todo sistema de educação é uma maneira política de manter ou de modificar apropriação dos discursos, com os saberes e os poderes que eles trazem consigo” (ibidem, p.44).
Há um discurso ideológico que diz: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Logicamente, sabemos da limitação de nossas instituições como suas carências, e suas fraquezas, mas como diria Foucault:
o que é afinal um sistema de ensino senão uma ritualização da palavra; senão uma qualificação e uma fixação dos papéis para os sujeitos que falam; senão a constituição de um grupo doutrinário ao menos difuso; senão uma distribuição e uma apropriação do discurso com seus poderes e seus saberes? (ibidem, p.44)
Para Foucault, o pensamento ocidental acabou deixando o discurso ocupar o menor lugar possível entre os pensamentos e a palavra, fazendo com que o discurso se torne apenas um aporte entre pensar e falar.
Dentro desse aspecto educacional, Foucault, em outra obra chamada Em defesa da sociedade (p.14), apresenta inicialmente sua “arma” contra “os efeitos do poder próprios de um discurso considerado científico”, ou seja,
trata-se da insurreição dos saberes. Não tanto contra os conteúdos, os métodos ou os conceitos de uma ciência, mas de uma insurreição sobretudo e acima de tudo contra os efeitos centralizadores de poder que são vinculados à instituição e ao funcionamento de m discurso científico organizado no interior de uma sociedade como a nossa.
Essa arma chamada genealogia é em suma considerada um dos pilares do pensamento deixado por Foucault, juntamente com a questão da arqueologia do saber.
Mais ainda Foucault apresenta na obra A ordem do Discurso uma comparação quase sutil da terminologia do logos, dividindo-a em: logofilia e logofobia. Essas duas correntes que emanam do logos representam que o hodierno mundo do discurso ainda se vê apresentado nessa dualidade. Enquanto uns se aproximam do discurso como amigo que deseja criar uma intimidade, “veneração do discurso”, o outro discurso repele o sujeito devido ao seu austero terreno seco e inativo.  O que Foucault apresenta como:
uma espécie de temor surdo desses acontecimentos, dessa massa de coisas ditas, do surgi de todos esses enunciados, de tudo o que possa haver aí de violento, de descontínuo, de combativo, de desordem, também, e de perigoso, desse grande zumbido incessante e desordenado do discurso. (A ordem do discurso, p.50)
O que faz com que Foucault opte por três decisões às quais o pensamento resista um pouco, e que corresponderia aos três grupos de funções. A de questionar nossa vontade de verdade; restituir ao discurso seu caráter de acontecimento; suspender, enfim, a soberania do significante.
Tais decisões seriam o plano de fundo das pesquisas que Foucault teria como motivação para os anos seguintes na frente da Cátedra de professor de História dos Sistemas de Pensamento no Collège de France.
Se ele conseguiu ou não perpetuar tais decisões não será aqui a nossa preocupação, poderá nos servir de futuras motivações, para outros artigos. Mas algo de certo fica em nossas mentes, como uma indagação reflexiva e infelizmente silenciada pela morte. O que Foucault poderia oferecer a nós, através de suas reflexões, sobre a multiplicidade dos aspectos relacionais existentes da velocidade informacional dos noticiários aos sites multirrelacionais que servem de exemplo de globalização, porém acaba criando uma certa fobia ao contato direto do toque?
Não há como concluir o que o silêncio silenciou se não silenciar. Uma voz que poderia fazer muito barulho foi calada, porém ressoa como um velho eco nas mentes e nos que procuram através da arqueologia do saber e da genealogia do poder, descobrir o que a história ainda não revelou.

Referências
FOUCAULT, Michel. A Ordem do Discurso. Trad. Laura F. de Almeida Sampaio. Loyola. São Paulo, 1996.
_____. Microfísica do Poder. Org. e trad. Roberto Machado. Rio de Janeiro: Graal, 1979.
_____. Em defesa da Sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
PEREIRA, Antônio. A analítica do poder em Michel de Foucault: Arqueologia da loucura, da reclusão e do saber médico na Idade Clássica. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da Filosofia: v.7, De Freud à atualidade. 2ªed. São Paulo: Paulus, 2008.



[1] Pós-graduando em Ciências da Religião pela FAVENI. Licenciado em Filosofia pelo Centro Universitário Claretianos e Bacharel em Filosofia pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana. Professor de Filosofia do Ensino Médio da Escola Estadual Regina Pacis e de Cyber Cultura e Comunicação da Educação Integral da Escola Estadual Omar Rezende Perez.